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Casos de pancreatite ligados ao uso de canetas emagrecedoras crescem no país

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Foto: Caroline Morais/Ministério da Saúde

A pancreatite aguda relacionada ao uso de canetas emagrecedoras ganhou atenção internacional no início deste mês, após um alerta divulgado no Reino Unido sobre casos em usuários de medicamentos da classe dos agonistas do GLP-1, que imitam a ação desse hormônio no corpo.

O GLP-1, sigla de glucagon‑like peptide‑1, é um hormônio liberado naturalmente pelo intestino após as refeições e que atua em diferentes áreas do organismo. Ele aumenta a sensação de saciedade e ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue. No Brasil, ao menos seis mortes suspeitas e 225 casos suspeitos da doença foram notificados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em associação ao uso das canetas emagrecedoras desde 2018.

A pancreatite, segundo o Hospital Israelita Albert Einstein, é o nome dado aos quadros de inflamação do pâncreas. Essa condição tem duas formas:

Pancreatite aguda: surge repentinamente e pode durar alguns dias.

Pancreatite crônica: corre quando a inflamação persiste ao longo dos anos, com repetidas crises de pancreatite aguda. A condição tende a levar à perda progressiva da função do órgão.

De acordo com a Rede D’Or, além do uso de certos medicamentos, outras causas da pancreatite incluem pedras na vesícula, consumo excessivo de álcool, níveis elevados de triglicerídeos, infecções e traumas no abdômen, entre outros fatores.

O pâncreas é um órgão pequeno, que pesa cerca de 100 gramas e mede aproximadamente 15 centímetros de comprimento em adultos. A inflamação tende a aumentar o tamanho do órgão e, se não tratada corretamente, pode levar à morte.

Com informações do G1

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